
Mais um dia surge no horizonte,
os pássaros já entoam,
os primeiros acordes do alvorecer;
A luz do sol já penetra,
por entre as frestas da janela.
A escuridão que antes era predominante,
vai dando lugar a claridade;
O frio da noite aos poucos,
é trocado pelo calor do dia.
Num minuto,
tudo era calmo e tranqüilo;
No outro,
a transformação já era visível.
Os primeiros anônimos,
começam a circular nas ruas;
Os veículos com seus ruídos e poluição,
mudam ainda mais a paisagem.
Em poucas horas esta tudo mudado;
As calçadas estão abarrotadas;
Nas ruas e avenidas o trânsito,
já forma quilômetros de raiva e impaciência
Pessoas conversam,
crianças choram,
cachorros latem,
carros buzinam;
E tudo isso,
os pássaros já entoam,
os primeiros acordes do alvorecer;
A luz do sol já penetra,
por entre as frestas da janela.
A escuridão que antes era predominante,
vai dando lugar a claridade;
O frio da noite aos poucos,
é trocado pelo calor do dia.
Num minuto,
tudo era calmo e tranqüilo;
No outro,
a transformação já era visível.
Os primeiros anônimos,
começam a circular nas ruas;
Os veículos com seus ruídos e poluição,
mudam ainda mais a paisagem.
Em poucas horas esta tudo mudado;
As calçadas estão abarrotadas;
Nas ruas e avenidas o trânsito,
já forma quilômetros de raiva e impaciência
Pessoas conversam,
crianças choram,
cachorros latem,
carros buzinam;
E tudo isso,
é só o começo de mais um dia.
(Ivo Guilhon)

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