terça-feira, 23 de outubro de 2007

"Rasga-me o peito"


Rasga-me o peito,
saudade sem fim.
Cauterizando as artérias;
Explodindo as veias;
Comprimindo esse músculo,
chamado coração.

Rasga-me o peito,
saudade sem fim.
Esperando um momento;
Uma oportunidade,
de ficar junto a ti.

Rasga-me o peito,
saudade sem fim.
Enganando o tempo;
Passando as horas,
escrevendo palavras.

Rasga-me o peito,
saudade sem fim.
Mas rasgue com vontade;
Rasgue com vigor,
para eu não esquecer de ti.

Rasga-me o peito,
saudade sem fim;
Rasga-me o peito...
(Ivo Guilhon)

domingo, 7 de outubro de 2007

"Hoje ao abrir a janela"


Hoje ao abrir a janela,
lembrei de você.
Uma paisagem deslumbrante,
em perfeita harmonia.

Uma sintonia surreal;
Somente comparada,
a perfeição,
de se seu ser!

Um sol lindo e imponente,
brilhava sozinho e absoluto;
Contrastando com o azul limpo,
de um céu sem poluição.

Brancas nuvens,
que mais parecem flocos de algodão flutuantes;
Deslizam por de traz,
de duas lindas palmeiras reais.

O canto dos pássaros;
A brisa do vento;
Hoje ao abrir a janela,
lembrei de você....
(Ivo Guilhon)