Que não se sabe o final.
Esquecendo-se da vida;
Alimentado a cada dia,
algo surreal.
Parado,
cristalizado,
petrificado.
Às vezes correndo;
Às vezes parado;
Às vezes pensando;
Às vezes olhando;
Às vezes viajando.
Mas nunca deixando de sonhar!
Por que se um dia o deixar de fazer,
terei a certeza que não serei mais eu.
E sim só mais alguém no meio da multidão
(Ivo Guilhon)

